
Hoje ao ler um post de um blogue que normalmente visito, houve algo que me assombrou a memória.
Quando se fala na transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis, pensa-se logo em penetração! Mas fica sempre esquecido o sexo oral, que apesar de ser uma prática com menos risco, o risco está lá, ele existe!! Existem métodos contraceptivos, como todos nós sabemos, mas daqueles me lêem, quem é que já usou preservativo (tanto feminino como masculino) no sexo oral?!
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Eu confesso que nunca, até porque perde-se sensibilidade, tesão, o gosto não deve ser nada agradável, e tantas outras razões mais, que vocês devem estar a pensar agora.
A mim faz sentido, esta prática quando existe aquilo que eu chamo de kekas de uma noite, conhece-se a pessoa, pimba, e nunca mais a vemos. Eu prefiro que não haja oralidades, a lamber um bocado de borracha.
Suponhamos então que não existe sexo oral, não se deixa de não estar em risco, até porque se a primeira corre bem, e se os dois quiserem, vem uma segunda, uma terceira e um possível relacionamento, sexual ou até algo mais profundo. E aí existe o princípio da confiança. Poderá então a confiança ser considerada um acto de risco?!
Gostava de saber a vossa opinião sobre este assunto, e que o fizessem sem tabus!